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É esta a quantidade de comida que deve ingerir à refeição, diz médica


Quando se tenta emagrecer, uma das maiores dificuldades que a maioria dos indivíduos enfrenta é saber aquilo que podem ou não comer às refeições.

Para ajudar quem está a seguir um regime alimentar de restrição calórica, o portal Food Medic publica frequentemente na sua conta de Instagram informação e fotografias inspiracionais. E recentemente Wallace, partilhou uma fotografia do seu jantar naquela rede social, dando aos seus seguidores um vislumbre dos alimentos que normalmente compõe o seu prato, e quais os alimentos que devem priorizar.

Surpreendentemente, a fotografia publicada revelou que não é necessário reduzir as porções alimentares que se ingerem quando o prato é saudável.

A imagem revelou um prato farto que consistia em hambúrgueres de grão de bico, legumes assados, milho e queijo feta.

A nutricionista admitiu que tentava ativa e deliberadamente ingerir grandes quantidades de fruta e de vegetais, em detrimento de alimentos processados.

E escreveu: “A maioria das dietas saudáveis, tais como as dietas mediterrânicas ou nórdicas, partilham componentes semelhantes. Nomeadamente um alto consumo de frutas e legumes, de cereais integrais, de peixe, de gorduras e carboidratos saudáveis, ingerindo menos carne e açúcar”.

“Estes são os elementos básicos de uma dieta saudável”.

A nutricionista revelou ainda aos seus seguidores como podem recrear eles próprios refeições caseiras semelhantes.

À publicação Daily Mail a clínica disse: “Recomendo que se ingira um porção do tamanho de um palmo de proteína, proveniente de um filete de salmão ou de origem vegetariana, o que pode incluir tofu, lentilhas ou grão de bico; e duas mãos cheias de vegetais, tais como bróculos, alface, espinafres ou cogumelos”.

“Uma mão cheia de hidratos de carbono complexos, como arroz integral ou batata cozida e um pouco de gordura na forma de azeite e como tempero, com algumas nozes e sementes por cima”, referiu.

“Esta dieta não se foca na redução de nutrientes individuais, mas sim no consumo de um regime alimentar inclusivo e que apresenta uma vasta variedade e qualidade de super alimentos”, concluiu.

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